terça-feira, 27 de março de 2018

Documentário - Humano uma viagem pela vida. + TRABALHO VALENDO NOTA

Documentário - Humano uma viagem pela vida. 

      Com testemunhos e imagens aéreas exclusivas, o introspectivo documentário aborda quem nós somos hoje em dia. Não só como comunidade, mas como indivíduos. Através das guerras, descriminações e desigualdades, confrontamos a realidade que também contempla discursos de solidariedade. Uma reflexão do futuro que queremos para nós, seres humanos, e o planeta.


       



Trabalho valendo nota

Após assistir o episódio Vol.1 do documentário, responda em seu caderno:


1° Quais as emoções que os diversos participantes do documentário relatam?

2° Defina com suas palavras o significado de POBREZA e RIQUEZA. Justifique.

3° Com base nos seus conhecimentos adquiridos, explique como a pobreza pode afetar o meio ambiente? 


obs: Este trabalho será corrigido individualmente e somará mais 2 pontos na prova.


sábado, 17 de março de 2018

Origem da vida

Como será que a vida surgiu no planeta Terra? Essa pergunta é cercada por questionamentos. Muitos filósofos e cientistas buscaram entender essas questões criando teorias que comprovassem a origem da vida.
Para os cientistas, a Teoria do Big Bang, do século XX, foi responsável pela criação do Universo, incluindo o Planeta Terra. No início da história da Terra, o planeta não tinha condições para o surgimento da vida, visto que o calor era intenso e ocorriam erupções vulcânicas a todo momento. Além disso, ele poderia ser atacado diretamente por corpos originados do espaço. Após muitos anos, surgiram vários elementos que poderiam ser responsáveis pela presença de vida na Terra.
Até o surgimento das teorias houve uma longa caminhada por pesquisas que realmente comprovassem a vida. Dentre elas estão: a Teoria da Criação, apoiada na crença de que os seres vivos surgiram de um ser superior; as Teoria da Abiogênese e Biogênese; a Teoria da Panspermia Cósmica, da Evolução Química ou Molecular.

Teorias da Origem da Vida

Teoria Criacionista

Por muito tempo, a teoria da criação, apoiada pelos religiosos, era a que prevalecia. Para eles, um ser superior foi o responsável pela criação do universo e tudo o que nela há. Por isso, havia a dificuldade de novos estudos sobre a origem da vida. Além disso, no século XIV, a hipótese da geração espontânea, era uma das populares. Nela, os seres vivos surgiam a partir de cadáveres ou outros ambientes, por exemplo, as cobras nasciam dos lodos encontrados nos rios.

Abiogênese e Biogênese

Teoria da Geração Espontânea, também conhecida como Abiogênese é uma das primeiras teorias criadas para explicar a origem da vida. Aristóteles e outros pensadores e cientistas se apoiavam nela. Ela explica que os seres vivos surgiam a partir da matéria orgânica, ou seja, o lodo dos rios originava as cobras e as rãs; já as frutas davam origem aos vermes. Dentre os pesquisadores que tentaram provar esta teoria estão John T. Needham.
Entre os séculos XVII e XIX, os cientistas começaram a discordar da Abiogênese. Dentre eles estão Francesco Redi e Louis Pasteur. A partir daí, surgiu a teoria da Biogênese que comprovou que os seres vivos tinham surgido de organismos preexistentes.

Origem da Terra

Do ponto de vista científico, o planeta começou a ser formado cerca de 4,5 bilhões de anos. Vários materiais tais como gases, pó e rochas foram responsáveis por esta formação. À princípio, as condições para o surgimento de seres vivos era praticamente impossível, pois as atividades vulcânicas e o bombardeamento de outros corpos celestes acontecia com frequência.

Teoria do Big Bang

No decorrer do século XX, novos estudos deram origem a Teoria do Big Bang ou a Grande Explosão. De acordo com o padre Georges Lemaítre e o físico russo George Gamow, no início, o universo era um grão que explodiu, sem motivo aparente, e produziu o tempo, a matéria e a energia que existe. E, como a temperatura era alta, não haviam elementos químicos no universo, sendo assim, surgiram apenas após milhares de anos, tais como o hidrogênio.

Teorias da Evolução

Os principais autores das teorias da evolução são Charles Darwin e Lamarck. Eles foram os responsáveis por estudar sobre as diversas alterações dos seres vivos ao longo do tempo e de acordo com o ambiente em que viviam. Darwin, escreveu o livro A Origem das Espécies, em 1859, onde adicionou seus principais estudos sobre a evolução das espécies.

Teorias Modernas

Além das teorias propostas, novas surgiram, dentre elas a da Panspermia, do século XIX, na qual os seres vivos teriam surgido a partir de substâncias de outros planetas. Dentre os principais defensores estão William Thonson e Svante August Arrhenius; a Teoria da Evolução Química, onde a vida teria surgido a partir da evolução química e a da Antimatéria, que entrou em descrédito por um período, mas depois tornou a ser considerada.

Experiência de Miller e Urey

É considerada uma das principais experiências sobre a origem da vida. Ela foi realizada por Stanley L. Miller e Harold C. Urey, na década de 50, para comprovar a hipótese de Oparin e Haldane - na qual a vida teria surgido a partir de elementos da atmosfera primitiva da terra combinadas a substâncias inorgânicas.
Confira com mais detalhes como essas teorias foram criadas!

Criacionismo X Evolucionismo

Tanto a teoria do criacionismo, quanto a do evolucionismo foram criadas para explicar a origem da vida e também a evolução humana. Mas, ambas são diferentes por uma ser apoiada na fé ou nas crenças e a outra baseada em experimentos e pesquisas científicas.
A teoria do evolucionismo está apoiada essencialmente em Lamark e Darwin, mas foi estudada por diversos cientistas. Ela surgiu para explicar as alterações que as diferentes espécies de seres vivos sofreram com o passar do tempo, na sua relação com o ambiente que vivem.
Charles Darwin é um dos principais cientistas que estudou sobre a evolução dos seres vivos, publicando um livro chamado de ‘A Origem das Espécies’, de 1859. Sua obra foi criada em viagens que ele realizou em várias partes do mundo, onde verificou que dependendo do local em que estavam, espécies adquiriam características diferentes. Ele acreditava que as espécies sobreviveram devido a uma seleção natural. Sua teoria foi aprofundada por outros cientistas.
Já a criacionista, é a teoria mais antiga de todas que afirma que os seres humanos foram criados por um ser superior. Muitas culturas e religiões acreditam nessa ideia, e além disso, é uma das que mais geram discussões entre os cientistas e religiosos que confiam nela.
Os teólogos acreditam que os seres humanos vieram de um ser supremo, Deus, que criou seres humanos perfeitos e semelhantes a Ele. As espécies de animais e vegetais foram inseridas por ele e se adaptaram ao ambiente sem sofrer evoluções.
De acordo com os textos bíblicos, Deus foi o criador de todas as espécies da Terra. A teoria da criação varia de acordo com o texto sagrado ou religião/cultura a que se refere, por exemplo, na Grécia Antiga, os gregos se apoiavam na ideia de que haviam um Caos, e dele nasceram Gaia (a terra) e Eros (o amor) e depois, Ébero (trevas) e outros elementos.

Teoria da Abiogênese

Teoria da Geração Espontânea ou Abiogênese surgiu na Antiguidade. Ela era defendida por filósofos e cientistas que acreditavam que a vida surgia a partir de matéria orgânica, ou seja, matéria não viva. Quem apostava nesta teoria, acreditava que o lodo dos rios era o responsável pelo nascimento de sapos e até cobras.
Pensadores como Aristóteles, René Descastes e Isaac Newton se apoiaram na abiogênese para explicar a origem dos seres vivos.
Após o século XVIII, a abiogênese começou a ser questionada com maior ênfase, pois haviam pessoas que não acreditavam que os seres surgiram espontaneamente. Com os avanços da ciência, hipóteses puderem ser testadas e confirmadas, um exemplo disso, são os experimentos de Redi e Pasteur.

Teoria da Biogênese

Após verificar contradições, entre os séculos XVII e XIX, cientistas como Francesco Redi, Louis Pasteur, dentre outros, apresentaram algumas teorias para comprovar a origem da vida. Essa teoria ficou conhecida como biogênese que comprovou que todos os seres vivos surgiram de outros já preexistentes.

Experimento de Redi

O biólogo italiano Francesco Redi (1625-1697), no século XVII, percebeu que a teoria da abiogênese estava incorreta. Ele realizou a investigação de vermes que nasciam de alimentos podres e cadáveres.
Utilizando frascos para realizar o experimento, adicionou cadáveres de animal e pedaços de carne, alguns ele vedou com gaze e outros deixou aberto. No aberto, as moscas pousavam e surgiam larvas, já o que estava tampado ficou intacto. Isso mostrou que os vermes não nasciam desses elementos, mas de moscas que depositavam seus ovos no local. Assim não nasciam de matéria não viva, como dizia a abiogênese. A partir daí, concluiu-se que os seres vivos surgiam de outros seres vivos.

Experimento de Pasteur

Em 1860, o cientista Louis Pasteur, apresentou um experimento que colocou em descrédito a teoria da abiogênese. Na época, a Academia Francesa de Ciências, estava oferecendo um prêmio para quem provasse a origem dos microorganismos.
Ele adicionou um caldo nutritivo em frascos de vidro com pescoço longo que foram curvados por ele logo depois, deixando-o no formato de pescoço de cisne, apenas com uma pequena entrada de ar.
Após isso, ele ferveu o caldo e deixou em repouso por alguns dias. Ele percebeu que não havia a presença de microorganismos. Mas, quando quebrou os gargalos, notou que rapidamente os microorganismos se instalaram nele.
No primeiro caso, o que impediu a entrada dos microorganismos no caldo foi a curvatura do gargalo, funcionando como um filtro devido as partículas que se instalaram nessa área, durante a fervura. Quando o gargalo foi quebrado, os microorganismos apareceram porque já estavam presentes no ar e não poderia nascer espontaneamente do líquido.
Mas, De Onde Viemos?
Após a comprovação da biogênese por meio de vários experimentos, outra dúvida surgiu: qual a origem dos primeiros seres vivos? Essa pergunta seria respondida mais tarde pelo biólogo inglês Thomas Huxley, e também pelos cientistas Oparin e Haldane.

Teorias Modernas

Para responder a pergunta acima, surgiram teorias sobre a origem dos primeiros seres vivos: a Teoria da Panspermia Cósmica e a Teoria da Evolução Química. Mas, estas não entram em conflito, pois ambas confirmam que houve um processo de evolução molecular, além de condições ambientais favoráveis para o surgimento da vida na Terra.

Teoria da Panspermia Cósmica

Teoria que surgiu na Antiguidade, através do filósofo grego Anaxágoras, mas com um conceito diferente do que existe hoje. Depois, passou por outros pesquisadores até chegar aos cientistas William Thomson, Svante August Arrhenius e Jacob Berzelius que apontaram que o surgimento da vida ocorreu por meio de substâncias que vieram de outros planetas e chegaram à Terra através de meteoros e poeira cósmica.
Apesar de sofrer um certo preconceito por alguns cientistas, ganhou força no século XIX por Hermann von Helmhotz e depois deles, outros continuaram as pesquisas para obtenção de novas provas para a teoria, sendo criada outras linhas de pensamento como a Nova Panspermia e Panspermia Dirigida.

Teoria da Evolução Química ou Molecular

Molécula OxigênioTeoria iniciada pelo biólogo Thomas Huxley e aprofundada posteriormente, em 1920 pelo bioquímico russo Aleksandr I. Oparin e o biólogo inglês John Burdon S. Haldane, defende que a vida surgiu por meio de uma evolução química. Compostos como hidrogênio, carbono, oxigênio, dentre outros, se combinaram e formaram moléculas orgânicas (aminoácidos, açúcares, etc.). Com o passar do tempo, essas moléculas se combinaram e formaram outras mais complexas (carboidratos, proteínas, etc.) e continuaram sua evolução até duplicar e formar os primeiros seres vivos. Essa formação foi possível, pois a Terra possuía condições favoráveis à vida. Além deles, cientistas como Stanley Miller e Harold C. Urey também se apoiaram nessa hipótese.
Uma das hipóteses mais aceitas é a de que os primeiros seres vivos eram autotróficos, aqueles que produzem alimentos sem precisar ingerí-los. Um exemplo disso, são as plantas, algas e bactérias; Ao invés de heterotróficos, incapazes de produzir alimento, sendo que precisam de outro ser vivo para sua nutrição, tais como animais, fungos, etc. Estes haviam passado por processos evolutivos de espécies preexistentes, que poderiam sofrer alterações com o passar do tempo.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Direito Ambiental

Pessoal, um ótimo video de Direito Ambiental com a Professora Juliana Lettiéri. Ela explica de forma bem objetiva os principais tópicos pertencentes ao Direito Ambiental, desde os aspectos Constitucionais e Administrativos até a esfera Penal e Processual Penal. Aproveitem.



 O que é o EIA/RIMA


De acordo com a Resolução Conama de 1986: “impacto ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente afetam:

I.     a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
II.     as atividades sociais e econômicas;
III.     a biota;
IV.     as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente;
V.     a qualidade dos recursos ambientais.”
EIA - Estudo de Impacto Ambiental

A RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é o conjunto de estudos realizados por especialistas de diversas áreas, com dados técnicos detalhados. O acesso a ele é restrito, em respeito ao sigilo industrial. No artigo 6° dessa resolução define que o EIA desenvolverá as seguintes atividades técnicas:

I - Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando:

a)    o meio físico - o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d'água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas;

b)    o meio biológico e os ecossistemas naturais - a fauna e a flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente;

c)    o meio sócio-econômico - o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio-economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos.

II - Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinérgicas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais.

III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas.

IV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados).

RIMA – Relatório de Impacto Ambiental

O relatório de impacto ambiental, RIMA,  refletirá as conclusões do estudo de impacto ambiental (EIA). O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada a sua compreensão. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as conseqüências ambientais de sua implementação. Dessa forma, o Relatório de Impacto Ambiental deverá conter os seguintes itens:

I - Os objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais, planos e programas governamentais;

II - A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando para cada um deles, nas fases de construção e operação a área de influência, as matérias primas, e mão-de-obra, as fontes de energia, os processos e técnica operacionais, os prováveis efluentes, emissões, resíduos de energia, os empregos diretos e indiretos a serem gerados;

III - A síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental da área de influência do projeto;

IV - A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade, considerando o projeto, suas alternativas, os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identificação, quantificação e interpretação;

V - A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando as diferentes situações da adoção do projeto e suas alternativas, bem como com a hipótese de sua não realização;

VI - A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos, mencionando aqueles que não puderam ser evitados, e o grau de alteração esperado;
VII - O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos;

VIII - Recomendação quanto à alternativa mais favorável (conclusões e comentários de ordem geral).

Atividades que exigem o EIA/RIMA


De acordo com o artigo 2° da Resolução Conama, a elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA) e respectivo relatório de impacto ambiental (RIMA), a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e do IBAMA em caráter supletivo, devem ser realizados para o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais como:

I - Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento;

II - Ferrovias;

III - Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;

IV - Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18.11.66;

V - Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários;

VI - Linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230KV;

VII - Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fins hidrelétricos, acima de 10MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos d'água, abertura de barras e embocaduras, transposição de bacias, diques;

VIII - Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão);

IX - Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração;

X - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;

Xl - Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária, acima de 10MW;

XII - Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);

XIII - Distritos industriais e zonas estritamente industriais - ZEI;

XIV - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental;

XV - Projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes;

XVI- Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares, em quantidade superior a dez toneladas por dia;

XVII - Projetos Agropecuários que contemplem áreas acima de 1.000 ha ou menores, neste caso, quando se tratar de áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental, inclusive nas áreas de proteção ambiental.



Fonte: http://www.matanativa.com.br/br/blog-do-inventario-florestal/entry/o-que-e-eia-rima-estudo-e-relatorio-de-impacto-ambiental

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Biogeografia

Pessoal de Licenciatura em Geografia (Polo Gravatá). O link para download da parte da minha aula (Slides de curiosidades) está abaixo.

https://rapidshare.com/files/987638693/Biogeografia_Kim.ppt

Lembrando que a nossa aula oficial estará na nossa sala.

Pessoal, devido as dificuldades em assistir o vídeo de galápagos do youtube, fiz o download do mesmo e converti em formato RMVB. Façam o download no link a baixo e se não pegar, façam o download do player que REAL ALTERNATIVE com o link a baixo.

Filme Galápagos  (90mb)

https://rapidshare.com/files/240341766/BBC___Galpagos___Born_of_Fire___Subtitles_in_Portuguese__Baixa_Qualidade_e_Tamanho_.rmvb

Real Alternative (leitor do filme 6,5mb)

http://www.baixaki.com.br/download/real-alternative.htm

Obrigado e abraço a todos!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Comigo ninguém pode

Dieffenbachia picta
      Dieffenbachia é um gênero de origem neotropical, pertencente à família das Araceae, englobando cerca de 135 espécies de plantas herbáceas perenes, conhecido pelas suas folhas variegadas. Várias espécies deste género são populares como plantas de decoração interior, dada a beleza das suas folhas e a sua tolerância ao ensombramento, podendo sobreviver em lugares com muito baixa luminosidade e elevada secura do ar.
      A espécie mais utilizada é a Dieffenbachia picta Schott mais conhecida por Comigo-ninguém-pode, sendo encontrada outras do mesmo gênero como a D. seguine.
       As células do caule e folhas das plantas deste gênero contém cristais aciculares de oxalato de cálcio chamados ráfides. Os oxalatos de cálcio são encontrados nos cálculos renais (pedras nos rins),mas nessa planta, quando entram em contato com as células, fazem um estrago enorme, ativando mecanoreceptores (neurônios sensíveis ao contato) e nociceptores (neurônios ligados a dor) diversos, que disparam uma resposta do tipo inflamatória, com a imediata formação de Edema (inchaço), ainda que não tenha a ver diretamente com o sistema imune.
Cristais de oxalato de cálcio

      Os acidentes acontecem principalmente com crianças porque levam a planta a boca e o edema acontece na língua e na glote, impedindo a respiração. E essa é outra razão pela qual essa planta é um problema tão grande. Como o inchaço é semelhante ao de uma forte reação alérgica, os médicos sem conhecimento do motivo pelo qual a criança chegou ao hospital, tratam como alergia. Não adianta nada!
      Os analgésicos tópicos bloqueiam os canais de sódio dependentes de voltagem dos neurônios responsáveis pela produção das correntes elétricas que permitem a comunicação com o Sistema Nervoso Central. E sem comunicação com o cérebro, termina a produção das substâncias que induzem a resposta inflamatória (como o CGRP sigla em inglês para ‘peptídeo relacionado ao gene da Calcitonina’) . E o edema diminui. Em caso de acidentes com essa planta, procure imediatamente um médico, lembrando de avisar que o motivo foi o contato ou ingestão da planta.